Troquei edital

TROQUEI DE ROSTO COM NICOLAS CAGE:

contos do absurdo

“Hollywood não sabia se eu era um ator, um louco ou esse personagem insano que eu estava fazendo. Eu desenvolvi uma imagem de ser um pouco incomum, diferente e selvagem.”

Nicolas Cage

Nicolas Kim Coppola, nascido em 7 de janeiro de 1964, ainda jovem rejeitou o peso do nome Coppola para poder construir a própria mitologia. Inspirado no herói Luke Cage e no compositor John Cage, escolheu o nome que marcaria para sempre a sétima arte: Nicolas Cage. Dono de um método de atuação próprio (que ele chamou de “noveau xamânico”), sua carreira desafia classificações simples: venceu o Oscar com Despedida em Las Vegas, virou herói de ação com Con Air e A outra face, passou por um período difícil em que atuou em papéis ecléticos, como o de feiticeiro, para a Disney, até piloto de avião em uma história que retrata o arrebatamento cristão. Hoje em dia vemos o “renascimento” de Nicolas Cage, com o ator ganhando prestígio novamente, tanto em papéis profundos, com o em Pig, quanto em loucuras que só ele poderia nos proporcionar, haja vista o protagonista silencioso de Willy’s Wonderland.

Cage também passou a ser conhecido por papéis em filmes de terror, principalmente em Mandy, a cor que caiu do espaço e o sombrio Longlegs. Sua filmografia é um testamento à versatilidade e à entrega absoluta.

TROQUEI DE ROSTO COM NICOLAS CAGE: contos do absurdo propõe utilizar a figura do ator, sua persona pública ou a mitologia de seus filmes como elemento central da narrativa. Buscamos contos que explorem o estranho, o onírico e o aterrorizante através das lentes da filmografia de Cage. O ator pode ser um personagem, um conceito, uma maldição ou uma inspiração para o universo criado. Do horror psicológico ao fantástico e o bizarro, o palco está montado. A única regra é: entregue uma performance inesquecível!

Regras temáticas:

  • Todos os contos devem ser de terror, em qualquer uma de suas vertentes, fantástico ou ficção científica.
  • Não há a obrigatoriedade de a história ser situada no Brasil; porém, é preferível, caso a narrativa o permita.
  • Os autores podem trabalhar o “tema” Nicolas Cage de todas as formas que a criatividade permitir! Ou seja: as histórias podem se passar dentro de filmes do autor; em sets de filmagem; Nicolas Cage pode ser um personagem da história, sem estar ligado a uma produção específica; a narrativa pode retratar algum fã do autor… as possibilidades são muitas!
  • Para evitarmos problemas com questões relacionadas a direitos autorais, nomes de pessoas reais devem ser adaptados, a ponto de serem associados à pessoa real, sem que o verdadeiro nome seja utilizado (com exceção do próprio Nicolas, ainda que utilizar “apelidos” sejam uma boa estratégia).
  • É preferível que os contos não dependam do conhecimento prévio de um filme ou outro. Sugerimos que a história seja escrita de forma que o leitor entenda o fluxo narrativo mesmo que não tenha assistido ao filme referenciado.
  • Não aceitaremos, sob nenhuma hipótese, histórias que tenham sido escritas integral ou parcialmente por ferramentas de inteligência artificial.

Regras de formatação:

  • As obras a serem inscritas devem estar em língua portuguesa, no formato de conto, com o máximo de 25 mil caracteres com espaços. Não há mínimo de caracteres.
  • HQs serão aceitas para avaliação e devem ter até 20 páginas no formato A5, branco e preto.
  • O envio das obras para seleção deve ser feito através do e-mail: [email protected]
  • O assunto do e-mail deve ser “Inscrição NICOLAS CAGE – nome do seu conto”.
  • O CONTO deve ser nomeado apenas com o NOME DO CONTO. O nome do autor pode aparecer no e-mail, mas não pode estar em lugar nenhum do arquivo do conto. Caso esteja, será desclassificado.
  • O arquivo a ser anexado deve ser do tipo DOC (Word) com formatação em Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5, formato A4.
  • Todos os diálogos do conto devem ser feitos com travessão (que não é o mesmo caractere que hífen, nem meia-risca) e não aspas. Não utilizar itálico em diálogos.
  • Palavras em idiomas estrangeiros, gírias e pensamentos de personagens devem ser grafados em itálico.


Inscrições:

  • As inscrições estarão abertas a partir do dia 23 de fevereiro de 2026 e se encerrarão no dia 15 de maio de 2026, às 23h59, horário de Brasília.
  • O limite de envios é de 2 contos por autor, sendo que, mesmo que os dois sejam aprovados, apenas um entrará na antologia.
  • Todos os autores devem ser maiores de idade.

Direitos autorais e lançamento:

  • A antologia será lançada por meio de financiamento coletivo na plataforma Catarse, sendo imprescindível que os selecionados ajudem ativamente na campanha, por meio de posts de divulgação, vídeos, releases e marketing pessoal.
  • A participação ativa no grupo de WhatsApp da antologia é obrigatória.
  • Cada autor terá uma meta individual de livros a serem apoiados no Catarse. Será criado um link personalizado para cada participante e, por meio desse link, poderão ser contabilizadas as vendas. Caso o autor deseje, ele poderá adquirir esses livros pessoalmente na campanha. A meta de vendas de cada autor é de 6 (seis) exemplares.
  • Os autores selecionados receberão como pagamento de direitos autorais exemplares de acordo com as metas alcançadas no financiamento coletivo. A recompensa inicial será de 2 (dois) exemplares por autor, condicionada ao cumprimento da meta de 100% da campanha. As cópias serão enviadas gratuitamente para qualquer endereço em território nacional.
  • Cada autor receberá, também, marcadores de páginas e outros brindes temáticos da antologia.
  • Após a primeira tiragem, os autores poderão comprar mais exemplares diretamente com a editora, com o desconto de 25% sobre o preço de capa.

Os organizadores:

Em nossas antologias, buscamos sempre a ajuda de autores já veteranos da Diário Macabro para a organização e seleção do trabalho. Escolhemos dessa forma pois sabemos que são autores que já conhecem o funcionamento da Editora, além de que a qualidade de seus contos estará garantida. Especialmente para este projeto, precisávamos de pessoas que, além de grandes fãs de Nicolas Cage, pudessem embarcar na loucura que essa antologia promete entregar! São eles:

Marcos Tadeu Mageste: Marcos Tadeu Mageste nasceu no mesmo ano em que Raising Arizona (Arizona nunca mais) e Moonstruck (Feitiço da Lua) foram lançados. O que isso quer dizer? Nadinha, mas são dois excelentes filmes do Nicolas Cage! É tatuador, professor, baterista, artista, mas antes de tudo um amante incondicional do terror e suas diversas formas. Participou do especialíssimo primeiro número da Revista Diário Macabro e do número 3 também. Foi organizador da antologia O Caso Fylo-Medusa e participou de Manicômio Salgueiro, Lovecraft: Re-imaginado e Poe: Re-imaginado. Também esteve presente nos Dossiês Macabros Ovni, Táxi e Tv Trash, além de ser autor convidado em Dossiê Macabro: Rádio DM 66.6. Seguidor ávido e defensor da carreira e atuação única de Nicolas Cage, Marcos vive atualmente em Viçosa/MG e sente que todas as estrelas estão posicionadas no mais puro caos, pois só assim surgiria a oportunidade de organizar uma antologia tão incrível e única como esta. É hora de colocar o coelhinho de volta na caixa!

Maikon Barboza: Nascido em 1989, em Campo Mourão/PR, Maikon Barboza é historiador, professor e escritor de horror e suspense. Influenciado pelos grandes nomes do horror no último século, ele escreveu Lugares Estranhos (2023), seu livro de estreia. Participou da Revista Diário Macabro N. 09 com o conto “O Vale da Estranheza” (2024) e da antologia Dossiê Macabro: Rádio DM 66.6 com o conto “Ruído Branco” (2025).  Apreciador inveterado da filmografia de Nicolas Cage (Seu remake de The Wicker Man é um ótimo filme, sim!), literatura, música e cinema, atualmente vive em Curitiba/PR, onde trabalha em novos projetos, incluindo a organização da atual antologia.

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